Take 12: Fevereiro de 2009
publicado por Skywriter™
Para quem não conhece, apresento-vos a Take. Quem conhece, já sabe o que os espera.


Usamos o tempo e não o vemos passar, de modo a trazer até aos nossos dez mil fiéis leitores de cada edição uma revista de cinema que evidencie-se pela originalidade, criatividade e independência. Como é regra desde há exactamente um ano, dia 8 de Fevereiro de 2008 para ser mais preciso, data de lançamento – ou deverei dizer nascimento – do número zero da Take Cinema Magazine, nenhum lugar nos agrada tanto como aquele em que ainda não estamos. Só com este desejo veemente de glória e de sermos lidos por muitos mais milhares do que aqueles que já o fazem, conseguiremos inovar e retribuir a confiança daqueles que nos dão forças para sobreviver: vocês mesmos, que nos seguem atentamente e que regularmente enviam e-mails com sugestões e simpáticas palavras de apoio.

Muitos foram os que lutaram e ficaram em branco várias noites para não permitir que este projecto caísse em esquecimento. Sem demérito para nenhum deles, um, acima de todos os outros, merece um destaque especial. Falo de José Soares, director, fundador, paginador, fotógrafo e tudo o mais que é preciso ser quando não existem mundos nem fundos que garantam o saudável funcionamento de uma publicação escrita. A ele, e em nome de toda uma equipa de colaboradores que assegura conteúdos e sente-se honrada por fazer parte deste projecto, um sentido obrigado pelo esforço. A todos os colaboradores, um agradecimento ainda mais fervoroso pelo amor à camisola, por milhões de caracteres que nada renderam monetariamente mas que justificaram todos os elogios e todas as portas que certamente se abrirão no futuro.

E agora, um ano depois, que lições colhemos desta experiência? Várias, entre elas a que nem sempre demos passos na direcção correcta ou confiámos nas pessoas certas. Ou que, com a ânsia de não falhar com os que já nos acompanhavam, não tenhamos feito o melhor de nós para atrair novas atenções. Mas a verdade é que o que está feito, está feito. E citando o general francês Pierre de Laclos, uma oportunidade falhada pode reencontrar-se, ao passo que jamais se recupera de uma tentativa precipitada. O futuro? Está nas vossas mãos.


Via Cinema Notebook

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